Quarta-feira, 4 de Abril de 2007

Menção Honrosa

Estou...: vencedor
Domingo, 4 de Março de 2007

Cartaz publicitário ao Auto da Barca do Inferno

Estou...: Vendedor
Terça-feira, 27 de Fevereiro de 2007

!!!Votação!!!

Qual a tua personaegm favorita do "Auto da Barca do Inferno" de Gil Vicente
Anjo
Diabo
Fidalgo
Onzeneiro
Sapateiro
Judeu
Frade
Alcoviteira
Joane, o Parvo
Magistrados
Enforcado
Quatro Cavaleiros
  
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Estou...: curioso

UgaBuga Productions Presents: " St. Peter's in Photos"

Sábado, 24 de Fevereiro de 2007

Reportagem sobre Gil Vicente e o seu mui famoso Auto da Barca do Inferno

Estimados cibernautas, hackers e toda a comunidade que anda na Internet.
A Uga Bugas Produções tem o orgulho de vos mostrar, depois de muito trabalho de pesquisa e tratamento de dados, uma pequena reportagem sobre nosso e adorado Gil Vicente e a sua obra o
Auto da Barca do inferno.


Gil Vicente, o famoso dramaturgo português, nascido em Guimarães, conjugou o seu ofício de mestre da balança do Reino e ourives, com o da dramatização, produzindo diversos autos de moralidade, comédia e farsa.
 
“Nasceu em 1465 e cá o vi expirado em 1536. De o incentivar a entrar na minha barca não mui espantado ficou. Caso raro e nunca visto, mas tal se deveu à sua obra, o Auto da Barca do Inferno. Devo dizer que Belzebu se divertiu bastante ao ter uma peça em seu nome e a ver tantas figuras serem achincalhadas. O problema seria um decréscimo na clientela, mas os pecadores assim o serão sempre. Não sabem a pena que Lúcifer de Gil Vicente não ter embarcado. O maldito Anjo o tomou nas suas asas e com ele voou para os céus. Lá perdemos uma boa diversão no Inferno. Havia filas para comprar bilhetes para as peças interpretadas por Mestre Gil que se perdiam no horizonte. Agora temos que reembolsar os compradores.” Diz o testemunho do Diabo da Barca do Inferno.
“Foi um bom homem. Um óptimo dramaturgo. Não sabem o quanto me ri, principalmente com o seu Auto da Barca do Inferno” Rei D. Manuel comenta “Mestre Gil sempre teve uma grande arte de observação e aguçado sentido de humor. As peças na corte eram uma diversão. Os fidalgos a fingirem desinteresse e a fomentar maldizeres, só porque Mestre Gil percebeu logo os seus esquemas e os mandou para o Inferno. Eu sempre percebi os esquemas, mas o auto serviu foi para moralizar o resto da corte. O clero sempre se achou superior e intocável. Ah! Quando Mestre Gil os enviou para o Inferno, não julgam o seu espanto. Se não fingissem tão bem santidade, já o estariam a insultar em plenos pulmões.”
 
Gil Vicente não foi somente um ourives vulgar. Os registos da época, apesar de não serem 100% correctos, indicam que a Custódia de Belém foi fabricada pelo dramaturgo. Poderemos afirmar que tudo o que Gil Vicente se empenhava, o faria de alma e coração, tentando ser o melhor. E de facto foi o melhor. Numa altura de mudanças, arriscou-se a inovar. Uniu estilos totalmente diferentes criando textos únicos, criticou o que achava mal na sua sociedade. Apontou os defeitos, os pecados, os falsos, os mentirosos. Mas também não se fez rogado em elogiar os fracos, oprimidos e bons. A sua obra-prima, o Auto da Barca do Inferno, agrupa todas as personagens tipo da sociedade, fidalgos, clero, alcoviteiras, juízes, ninguém escapando ao seu julgamento. Mito habilmente, enviava cada personagem colectiva tanto para o Inferno, como para o Paraíso, aproveitando para focar todos os males por ela cometido, reflectindo a realidade da sociedade da altura.
 
“Não sei porque razão Gil Vicente me enviou para o Inferno. Fui totalmente descabido! Onde já se viu um fidalgo pôr pés naquela espelunca do Inferno? Com que pretexto? Sempre fui à missa, confessei meus pecados…bem nem todos. Mas não me levaria direito ao Inferno, por favor!” reclama o fidalgo.
 
“Mestre Gil Vicente fez o que devia. Tinha o poder de apontar os males na sociedade e apontou. Quem o quis ouvir, assim o fez. Isso mostra nos gráficos de afluência ao Paraíso, ultrapassando o objectivo do mês passado, com mais 74 pessoas que o mês passado. A sociedade estava a desmoronar-se com o vício, o pecado, a falta de moralidade. Não digo que Gil Vicente mudou tudo, mas tentou, avisou quem podia ser avisado. Essa foi uma das razões para ter entrado no Paraíso.” Informa São Pedro.
 
Os Uga Bugas descobriram a outra razão. Pelos vistos muitos dos bilhetes comprados para as futuras peças de Gil Vicente no Inferno não seriam para desfrutar das suas acutilantes piadas, mas sim para o matar (se é que isso é possível após os finados) por ter inventado tão infames mentiras sobre as suas importantes pessoas, levando-os ao mundo inferior e passando a mensagem negativa aos futuros estudantes do ensino básico-secundário.
 
Actualmente, Gil Vicente está a tirar um curso de tecnologias de informnação e comunicação no Céu, a fim de criar um blog com o objectivo de criticar a nossa sociedade actual.
 
“A vossa sociedade está um caos. Nunca a vi tão mal. Acho que nem mesmo na minha altura. Chegou a altura de me insurgir sobre um pseudónimo (para não assustar ninguém com assombrações) para ver se desperto algumas consciências do mal caminho que estão a seguir e ver se fazem alguma coisa a cerca disso.” Gil Vicente aponta.
 
Sobre este comentário Satanás afirma que não teme perder números para o Paraíso. Diz que pecadores haverão sempre. Afirma também que não se preocupa que haja mais afluência para o Céu por alguns anos, já que os Infernos já estavam sobrelotados, dispondo assim de tempo para fazer obras e remodelações, durante a possível época baixa.
 
Numa última nota, Gil Vicente dá um conselho aos professores e estudantes do seu auto.
 
“Peguem nas personagens tipo que eu critiquei e adaptem-nas para os vossos tempos. Verão que não são assim tão diferentes agora.”
Fontes:
  • Breve História da Literatura Portuguesa, Texto Editora, Lisboa, 1999
  • Lexicoteca - Vol. 18, Círculo de Leitores, 1988
  • Enciclopédia Visum - Autos de Gil Vicente
  • Vida de Gil Vicente - Editora Verbo
  • Testemunhos de São Pedro, Satanás, Fidalgo e Gil Vicente
Estou...: jornalista
Postado por Uga Bugas às 22:55
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Terça-feira, 20 de Fevereiro de 2007

Excerto do filme/lego - Auto da Barca do Inferno

Numa das nossas várias incursões ao famoso site Youtube, deparamo-nos com esta joia de filmes caseiros brasileiros.

É um pequeno trecho do auto. Os condenados são apenas o Fidalgo e o Joane, o Parvo.

Apenas o colocámos pois tem novas situações ainda mais caricatas. Vejam até ao fim. Quatro minutos e tal de diversão com lego. 

Estou...:
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Postado por Uga Bugas às 16:09
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Quarta-feira, 14 de Fevereiro de 2007

Entrevista com Gil Vicente

Entrevista com Gil Vicente
 

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Caros cibernautas, os Uga Bugas conseguiram uma entrevista inédita com Gil Vicente ou o que ainda resta do seu corpo ou ainda mesmo se realmente trata-se de Gil Vicente visto que ninguém em toda historia de Portugal sabe onde é que nasceu e morreu.
 
Uga Bugas: Caro Gil Vicente, somos os Uga Bugas e vimos da parte da revista História das Cavernas e gostariamos de fazer umas perguntas.
Primeiro gostariamos de saber onde nasceu o Grande dramaturgo humorístico Gil Vicente .
 
Gil Vicente: Boa pergunta! Eu, se a memória não falha, nasci 1465 em Guimarães. Ou terá sido na Beira? Têm que me desculpar, a idade não perdoa. E penso ter morrido no ano de 1536.
 
Uga Bugas: Em que momento da sua vida quis tornar-se um dramaturgo?
 
Gil Vicente: “Eramá”! Vocês fazem com cada pergunta!
Mas eu desde pequeno queria fazer algo grandioso que fizesse mudar a sociedade naquele tempo, fazer o rei ver que a sociedade estava com problemas e a maneira que arranjei para tal foi o teatro.
 
Uga Bugas: E os reis apreciavam muito as peças? Não ficavam aborrecidos com os problemas que estas lhes mostravam?
 
Gil Vicente: Não sinhora! Participei intensamente na corte. Don João III até me chegou a premiar várias vezes pelos meus serviços prestados teatralmente.
Gil Vicente: Bem a minha vida foi praticamente fazer teatro, ao serviço do Rei D. Manuel que me estava constantemente a pedir novas peças.
 
Uga Bugas: E então e a faceta de artesão?
 
Gil Vicente: Pois...eu com o dinheiro que o rei me dava não me conseguia governar, então fazia trabalho de artesão, mas a minha foi e sempre será o teatro. Poderão sempre admirar a minha Custódia de Belém…mas será mui proveitoso lerem o autos. E mui divertido também.
 
Uga Bugas: E porque escolheu as peças de carácter humorístico?
 
Gil Vicente: A rir é que se diz as verdades e, como deves saber, em todas a minhas peças critico a sociedade em geral. De mim não escapam nem reis, camponeses, cavaleiros, clérigos, judeus, honrados trabalhadores, alcoviteiras e princesas.
 
Uga Bugas: E nunca tive problemas com a inquisição que se estabeleceu na sua época?
 
Gil Vicente: Hou! Pesar de meu avô! Essa Inquisição proibiu várias peças de minha autoria de serem representadas. Soma: desagradável. Simpatia pelos perseguidos e injustiçados, antipatia pelos perversos, devassos e malvados. Ambos sabemos em que grupo se encontra a Inquisição.
 
Uga Bugas: Olhando para a sua profissão como dramaturgo, que observações faz?
 
Gil Vicente: Houla! Brilhante carreira! Trinta anos como dramaturgo, com 44 peças, 11 em castelhano, 17 português e 16 bilingues! Hui, Hui! Isto sim é que são livros traduzidos para o estrangeiro. Sempre fui um escritor com uma vista moderna das coisas.
 
Uga Bugas: E quais eram os seus critérios de divisão de obras?
 
Gil Vicente: As minhas peças estavam divididas em obras de comédia, de farsa e de devoção.
O meu mui famoso Auto da Barca do Inferno encontra-se nas obras de comédia.
Uga Bugas: Sim é verdade, que a peça que nós, os Uga Bugas, estudamos foi hilariante, o auto da barca do Inferno com aqueles cómicos de situação, de linguagem e de caracter.
 
Gil Vicente: Ah sim claro...uma das minhas comédias satíricas! Confesso que me deu muito prazer fazer aquela peça, principalmente criticar o clero, porque não pensem que é assim tão santo quanto parece. E o Onzeneiro, tão agarrado ao dinheiro que nem isso o salvou da morte!
 
Uga Bugas: Concordo plenamente, mas penso que a cena mais cómica foi a do Joane, o parvo! Todo aquela cena com todo aquele cómico fez-nos rir que nem uns Uga Bugas!
Depois destes anos todos, ainda pensa conseguir fazer alguma peça?!
 
Gil Vicente: Então não vêm logo?! Eu ainda tenho mente para isso, corpo é que já não se pode dizer o mesmo…
 
Uga Bugas :Se o consola, Portugal ainda não percebeu como é que morreu também!
 
Gil Vicente: Vocês Uga Bugas não tem mais nada para perguntar?
 
Uga Bugas : Muito sinceramente não, porque queríamos saber mais sobre a sua pessoa e nada melhor do saber como morreu e onde morreu.
 
Gil Vicente: E a seguir vão me dizer se eu vou para a barca do anjo ou para a barco do cornudo. Mas para dizer a verdade penso que “semicas” morri em Guimarães de má ravugem!
 
Uga Bugas: Agradecemos imenso o seu tempo de conversa…
 
Gil Vicente: Como se diz descanso eterno. Temo suficiente para entrevistas. Eu também sempre gostei dos media. Um dia destes têm que me ensinar a criar uma blog também. Tenho muito a dizer da vossa sociedade actual. Não é muito melhor que a minha.
 
Uga Bugas: Com certeza. Obrigado também por nos ter presenteado com maravilhosas obras teatrais, que tanto nos mostraram o bom teatro português, como a época de antigamente.
 
Gil Vicente: Oh! Não me agradeçam. O mérito é todo do meu filho Luís Vicente. Dos meus cinco filhos, este é o meu orgulho. Não é que o rapaz me compilou as obras todas. Pena que algumas se perderam no tempo, mas sempre foi uma jóia de rapaz. Muito organizado. Nunca tínhamos que lhe mandar arrumar o quarto. Bem, se alguma coisa chegou ao vosso tempo a ele se deve e à Rainha que permitiu a sua edição.
Uga Bugas : Penso que já sabemos o que queríamos saber da sua satírica pessoa e hilariante vida. Muito obrigado!
E esta foi mais uma reportagem dos Uga Bugas Produções e não percam a entrevista, que nós também não!!
 
Fontes:
Breve História da Literatura Portuguesa, Texto Editora, Lisboa, 1999
Lexicoteca - Vol. 18, Círculo de Leitores, 1988
  
Estou...: feliz dia dos Namorados
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Postado por Uga Bugas às 19:00
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Afinal quem são os Uga Bugas?

UgaBuga family

Olá somos os Uga Bugas e este é o nosso blog!

Porquê Uga Bugas?

Bem participamos no Sapo Challenge e por isso formamos uma tribo. Que nome mais adequado para uma tribo que algo que se ouve quando se imita homens das cavernas?

Quem são vocês?

A nossa tribo é constituída por 5 pessoas:

Joana G. Costa -> Photography Director (responsável pelas fotografias do blog)

Mafalda Borges -> Encenadora (ideias de teatro e filmes)

Rosário Cardoso -> Movie-maker (montagem e efeitos especiais dos filmes/imagens)

Marina Marques -> Web-designer (coordenadora dos componentes web do nosso blog)

Paulo José-> Script Director (pesquisa, resume a informação vital do nosso blog)

São de que escola?

Fazemos parte da turma do 10ºA, do colégio St Peter's School, perto da Volta da Pedra, em Palmela.

Este blog é sobre o quê?

Bem, o nosso blog é sobre um escritor famoso português. Somos uma tribo muito divertida, logo lembrámo-nos logo de Gil Vicente, o maior dramaturgo português, e a sua hilariante obra Auto da Barca do Inferno.

Que podemos esperar deste blog?

Ah! Isso é surpresa. Fiquem atentos, que prometemos que não se arrependem.

Biografia, filmes, teatro, comédias, banda desenhada. Uma panóplia de mistérios que irão ser desvendados ao longo das várias semanas do Sapo Challenge.

Já têm algo disponível?

Sim claro.  Temos um mini-trailer do nosso autor/livro. Uma pequena biologia de Gil Vicente. Uma entrevista exclusiva com Gil Vicente.

NOVO!!!

Reportagem sobre Mestre Gil e a sua fantástica obra o Auto da Barca do Inferno, com testemunhos reais das mais diversas personagens!

 

Estou...: uga buga
Postado por Uga Bugas às 11:30
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Domingo, 11 de Fevereiro de 2007

Gil Vicente - Auto da Barca do Inferno

Olá somos os Uga Bugas

O nosso blog será sobre Mestre Gil Vicente e a sua hilariante obra O Auto da Barca do Inferno.

 

Estou...:
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Postado por Uga Bugas às 22:28
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Quarta-feira, 7 de Fevereiro de 2007

Mestre Gil - pequena biografia

Gil Vicente - Pequena Biografia

Não há registo do dia de nascimento de Gil Vicente, porém supõe-se que nasceu por volta de 1465, no século XV, na cidade de Guimarães.

Mestre Gil Vicente, além de poeta, é considerado o pai do teatro português ou até ibérico, pois escreveu várias peças em castelhano, sendo um dos maiores dramaturgos da sua época, utilizando um estilo muito próprio, fazendo a ligação entre as peças medievais, religiosas com o novo estilo renascentista da altura.

Alguns trabalhos de Gil Vicente são:

  • Monólogo do Vaqueiro (sua primeira obra)
  • Auto Pastorial Castelhano
  • Auto da índia
  • Auto da Alma
  • Auto da Visitação
  • Auto da Barca do Inferno
  • entre outros tanto importantes.

Gil Vicente utilizava personagens tipo para caracterizar a sua sociedade, usando a ironia para exagerar os seus costumes e fazeres, pois a ''brincar se diz as verdades", mostrando assim nas suas peças de teatro o que achava mal na sua sociedade.

D. Manuel que reinou durante a vida de Gil Vicente, interessou-se pelas suas peças e convidou-o para as representar na sua corte, pois achava que aprenderia o que estava incorrecto no seu reino, tendo assim uma referencia popular verdadeira. Gil Vicente é também visto como Mestre da Balança e Retórica do rei.

Porém nessa altura os registos não eram comuns, e pensa-se que se poderá ter perdido muita informação, tanto de obras como da vida de Gil Vicente. Datado da mesma época temos o fabbrico da Custódia de Belém, uma peça valiosa portuguesa, toda trabalhada minuciosamente em ouro. Uma obra de arte atribuida ao ourives Gil Vicente. Não se sabe se será um ourives com o mesmo nome que o ilustre dramaturgo ou se são ambos a mesma pessoa, pois como dramaturgo não  rendia muito dinheiro, talvez Gil Vicente tivesse que ganhar a sua vida de outro modo, dedicando-se ao teatro como paixão e à ourivesaria como ofício.

 

Também não se tem a certeza, mas cree-se que Gil Vicente morreu em 1536, também desconhecido o local.

fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gil_Vicente

              Enciclopédia Visum - Autos de Gil Vicente

              Vida de Gil Vicente - Editora Verbo

Estou...: patriota
Postado por Uga Bugas às 23:04
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